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AMOR NEURODIVERGENTE CAP. 5 - O QUE FAZER (E O QUE NÃO FAZER) NA ABORDAGEM SEGUNDO OS NEUROTÍPICOS + ANÁLISE

  "Não faça perguntas comuns como 'Oi, tudo bem?'". "Mantenha contato visual." "Observe a linguagem corporal da outra pessoa." Neste post falaremos mais sobre estas e outras dicas que, para neurotípicos, são essenciais para quem quer se dar bem na paquera. Não faça perguntas como "Oi, tudo bem?", porque já são "manjadas". Faça perguntas intrigantes. Uma das dicas pregadas por gurus de relacionamento neurotípico é que você deve evitar o famoso "Oi, tudo bem?", apostando em abordagens mais originais e inovadoras (inclusive, alguns sites de relacionamento dão sugestões de perguntas e/ou frases mais "originais" para puxar assunto com a outra pessoa, além de bloquear essas abordagens mais comuns, estimulando a "autenticidade").  Agora eu pergunto: qual o problema com estas perguntas? Tudo bem que dizer "Oi, tudo bem?" apenas para puxar assunto é algo meio hipócrita, mas e quando você realmente ...

AMOR NEURODIVERGENTE CAP. 4 - O NEURODIVERGENTE EM: COMO CAUSAR UMA BOA PRIMEIRA IMPRESSÃO VISUAL (SEGUNDO OS NEUROTÍPICOS) + ANÁLISE PESSOAL

  Uma das etapas de um relacionamento, partindo do zero, é causar uma boa primeira impressão. Por isto, separei aqui alguns conselhos comumente vindos de neurotípicos quanto ao que fazer para causar uma boa primeira impressão visual. Em cada dica, farei uma análise pessoal da lógica, serventia, etc., de cada uma.  Dito isto, vamos às dicas dos gurus de desenvolvimento pessoal masculino [neurotípico], e às minhas análises. Vista-se bem de acordo com a sua idade e personalidade Segundo os gurus de desenvolvimento pessoal masculino [neurotípico], as pessoas se atraem por quem se veste bem de acordo com a sua idade e personalidade. Daí eu pergunto: o que é se vestir bem? Em uma região, "se vestir bem" pode ser usar jeans e camiseta, em outra, pode ser que "se vestir bem" pode ser "traduzido" por usar cachecol, blusas de lã, etc. Teoria dos gurus de desenvolvimento pessoal [neurotípico]: Se você se vestir da maneira como se vestem fulano e sicrano de tal, as ou...

AMOR NEURODIVERGENTE CAP. 3 - O NEURODIVERGENTE, A REJEIÇÃO AMOROSA E O PERIGO DAS FRASES "CLICHÊ".

  "O amor aparece quando menos esperamos." "Cuide do jardim e as borboletas virão". O que estas frases têm em comum? Todas elas são clichês românticos e pouco ou nada ajudam a neurodivergentes que passaram por uma rejeição amorosa. Entenda mais nos exemplos que mostrarei a seguir. "O amor aparece quando menos esperamos." Esta frase é muito usada por neurotípicos, que, querendo consolar a nós, neurodiversos, usam esta frase para tentar nos acalmar. Esta fala pode ser usada por eles após uma rejeição amorosa por parte de um amor platônico (que, por sinal, é muito recorrente entre neuroatípicos) ou após um rompimento propriamente dito. O problema desta fala é que ela dá a entender que o amor satisfatório (e correspondido) entre duas pessoas é algo que vem com  o tempo, quando estamos distraídos.  Na prática, seria como se o amor satisfatório, recíproco, etc., viesse em um momento da vida em que sequer estamos esperando por um relacionamento, daí por uma obra ...

AMOR NEURODIVERGENTE CAP. 2 - O NEURODIVERGENTE E A IDEALIZAÇÃO DO AMOR

  Neurodivergentes podem ter maior tendência a idealizar o amor, e é disto que vamos tratar neste post. Idealização seria, basicamente, fantasiar uma pessoa, coisa, situação, condição, etc., "perfeita". No amor, a idealização seria a fantasia do que seria o parceiro afetivo perfeito, com base em nossas experiências de vida, expectativas, nossa cultura, etc. A origem da idealização em neurodiversos Normalmente, a idealização neurotípica com relação a pessoas, coisas, situações, etc., tem origem cultural. Por exemplo, um homem criado em uma cultura machista e conservadora pode idealizar uma esposa submissa, enquanto outro homem criado em uma cultura feminista e progressista pode idealizar uma esposa empoderada. Ou, ainda, uma mulher criada em uma cultura machista e conservadora pode idealizar um marido que faça o papel de provedor do lar, enquanto uma outra mulher criada em uma cultura feminista e progressista pode idealizar um marido que a ajude tanto nas tarefas domésticas qu...